Fotografia ilustrativa de encontro, convivência e cuidado.
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Terapia individual, de casal e familiar: entenda as modalidades

Uma questão pode ser pessoal, atravessar o casal ou mobilizar a família. Entenda como começar a conversar sobre cada espaço de cuidado.

Relações3 min de leitura

Depois de uma discussão em casa, é possível pensar: “Será que eu preciso de um espaço meu ou de uma conversa com todo mundo?”. A escolha da modalidade não exige que você chegue com uma resposta pronta. Conhecer as diferenças ajuda a apresentar sua dúvida.

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Individual: um espaço para a sua experiência

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A psicoterapia individual coloca em conversa o que você está vivendo: sentimentos, relações, escolhas, perdas e mudanças. Isso pode incluir questões familiares ou do casal, mas a perspectiva de quem está em acompanhamento orienta o encontro.

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Uma pessoa pode procurar esse espaço porque tem dificuldade de estabelecer limites, sente que vive em função das demandas dos outros ou quer compreender como participa de determinadas relações. O ponto de partida é a experiência que ela consegue trazer.

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Casal: olhar para o que acontece entre vocês

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No acompanhamento de casal, a relação é colocada em foco. A conversa considera as diferentes perspectivas sobre a convivência: o que cada pessoa espera, como se comunicam e quais situações se repetem no cotidiano.

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Uma mudança de cidade, a chegada de um filho, desacordos sobre a divisão de tarefas ou a dificuldade de conversar sem discutir podem motivar o contato. O profissional orienta a participação e explica como o trabalho será organizado.

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Familiar: abrir espaço para diferentes vozes

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Uma família reúne pessoas em momentos de vida distintos. O que um familiar chama de preocupação, outro pode viver como cobrança. O acompanhamento familiar permite conversar sobre os vínculos e sobre as diferentes experiências de uma mesma situação.

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Não se presume que todas as pessoas devam participar de todos os encontros. A composição e o funcionamento são discutidos com o profissional, considerando a demanda apresentada e as condições de cada caso.

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O primeiro contato pode começar pela dúvida

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Você pode dizer à equipe: “Estamos com dificuldade de conversar e não sabemos qual modalidade procurar”. Explique de forma breve o que busca e pergunte como organizar a primeira consulta. Os detalhes da situação podem ser apresentados no encontro profissional.

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  • Quem deseja participar dessa conversa?
  • O que levou à procura neste momento?
  • Existe preferência por atendimento individual ou conjunto?
  • Quais dúvidas vocês têm sobre a participação e o formato?
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A modalidade não é uma etiqueta para a sua história. Ela organiza um espaço possível de escuta. Se houver dúvidas sobre o formato escolhido, elas também podem fazer parte do acompanhamento.

Referência para esta leitura: Código de Ética Profissional do Psicólogo · CFP.

Conteúdo educativo. As situações descritas são ilustrativas e não representam relatos de pacientes.

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